Para que ocorra esse fenômeno
espiritual, o espírito operante (a ser materializado) necessita
retirar do ambiente onde se encontra (normalmente são ambientes
controlados, limpos energéticamente) o fluído (pesado, denso,
ectoplasma) “doado”, fornecido pelo médium,
pelos assistentes e
pelo ambiente propriamente e assim combinando com o fluído mais fino
(menos denso, menos material) oriundo do plano espiritual,
condensando-o ao ponto de poder revestir o espírito, mas intimamente
seu perispirito, e ao manifestar-se, se torna o espírito visível
aos olhos materiais do médium
Quando o grau do fenômeno é mais
avançado em caráter de evolução espiritual relativa a ação, o
tempo que o espírito se mantém visto, é comparativo a qualidade do
fluído doado.
Um dos casos mais notáveis sobre
materizalização de espíritos e seus fenômenos, podemos lembrar
sobre o caso estudado pelo inglês William Crookes,
que em conjunto
com a médium doadora de fluído (ectoplasma) Miss Cook, materializou
o espírito de Katie King.
Podemos lembrar também dos casos de
materialização luminosos em que os fluídos empregado são de
natureza mais espiritual, fluídos esses oriundos de elementos
ligados aos próprios elementos naturais.
Dizem alguns estudiosos sobre o
assunto, o inicio da materialização, desde os primórdios da
história, os grandes doadores de ectoplasma para os espíritos
antigos, ainda em formação em nosso orbe, se dava na forma mais
animal, os animais eram doadores,um tipo de fluído mais denso,
animalizado, menos fino, menos puro (* em comparação ao fluído
humano) quando ainda a formação do ser humano se dava a passos
lentos, anterior ainda a época dos “homens das cavernas”.

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