EVANGÉLICOS E O PRECONCEITO

 

NOTA DO BLOG. 

Antes de ler a reportagem abaixo pense comigo.

Você minoria discriminada pelos evangélicos e nesse caso o INfeliciano.

Gays, negros, umbandistas, espíritas, católicos e outros, ele e seus seguidores não gostam de nós, ok?

Tem preconceito, racismo e intolerancia em relação a nós.

Não nos querem lá, ok?

Sim ou não, ok?

Responde lá embaixo nos comentários.

 

Então caros amigos e amigas, o que vocês querem fazer na igreja dele?

Tem tanta igreja evangélica por ai, apesar de a grande maioria, 99,9% não aceitar os acima citados, mas tem também tantas outras igrejas, templos e centros de tantas outras religiões que com certeza lhe aceitarão e com certeza você também encontrará Deus e Jesus Cristo lá, então por que se aborrecer e pedir direito na justiça para entrar lá?

Me desculpe, mas se você mesmo assim insiste em querer ir lá, você é....

 

MUITO BURRO (A)

 

Comissão presidida por Marco Feliciano aprova na Câmara projeto que permite igrejas barrarem gays.

 Objetivo é evitar que Justiça obrigue celebração de uniões homossexuais, além de coibir protestosComissão presidida por Marco Feliciano aprova na Câmara projeto que permite igrejas barrarem gays Marcos Porto/Agencia RBS

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias, comandada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), aprovou nesta quarta-feira projeto de lei que permite a organizações religiosas expulsarem de seus templos pessoas que "violem seus valores, doutrinas, crenças e liturgias". A proposta ainda desobriga igrejas a celebrar casamentos em "desacordo com suas crenças".
O objetivo é evitar que decisões judiciais obriguem a celebração de uniões entre homossexuais, além de permitir a retirada de manifestantes que fizerem protestos dentro de templos, como duas garotas que chegaram a ser presas no mês passado por se beijarem durante culto comandado por Feliciano.
Autor do projeto, o deputado Washington Reis (PMDB-RJ), deixou claro tal intenção na justificativa da proposta. "Deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças. Em razão disso, pelos fundamentos anteriormente expostos, deve-se assistir a tais organizações religiosas o direito de liberdade de manifestação".
Designado por Feliciano como relator, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi o responsável pelo parecer favorável. Ele argumentou que as organizações têm o direito de definir suas próprias regras de funcionamento e que a participação nelas deve ser limitada a quem concorda com suas doutrinas. "Do contrário pode-se entender como verdadeira imposição de valores que não são próprios das igrejas, sendo que, aqueles que não concordarem com seus preceitos, basta eximir-se voluntariamente da participação em seus cultos". O projeto seguirá agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
A aprovação gera nova polêmica em relação ao comando do pastor na comissão. Feliciano assumiu sob acusação de homofobia e racismo por declarações feitas em redes sociais.
Apesar dos protestos, permaneceu no cargo e conduziu a votação do projeto apelidada de "cura gay", que revogava resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais da área de colaborar com eventos e serviços que ofereçam tratamento e cura de homossexualidade, além de vedar manifestação que reforce preconceitos sociais em relação aos homossexuais. A proposta foi levada ao plenário e derrubada.

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