SOBRE A MORTE (DESENCARNE).
PARTE 2.

Eu, prefiro viver 40, 50 anos muito
bem vividos e deixar minhas memórias , ensinamentos e erros, do que viver até 90
anos maus vividos e sendo inútil para coletividade.
Não, não tenho medo da morte, nem de
quando vou morrer e nem de como vou morrer.
Você caro amigo(a) que está lendo
esse post agora, pode ser que caia um avião em cima de sua casa agora e acabe
com a sua vida, atravesse a rua e seja atropelado, pode ter uma parada cardíaca, dentre tantas coisas que podem repentinamente abreviar sua estadia nesse plano.
Fatalidade?
O acaso?
Azar?
Punição divina?
Não.

Apenas a programação divina em
relação aos participantes desse ato, piloto, passageiros, saúde,você, dentre outros,
elementos participantes de um ato já anteriormente planejado no astral antes de
seu reencarne, aceito por todas as partes participantes.
Em vez de você se preocupar com a sua
morte, preocupasse com a sua vida.
Nessa vida atual, está a somatória de
acertos e erros cometidos por você, sendo que desde seu nascimento, estará
acumulando uma poupança de ações,negativas e positivas, quer irá mudar o rumo
da atual vida, influenciando na sua “morte”, na sua vida atual e na sua próxima vida.
Sim , a vida foi “inventada” por
Deus, para experimentarmos a dita evolução , ou involução, dependerá apenas de
você, espírito milenar, em seu desapego a matéria ou não, lembrando que a
elevação espiritual, tão almejada pelos espiritualistas, só ocorrerá, quando
você realmente se desapegar a matéria, inclusive de seu corpo hospedeiro atual,
ainda mais dos bens materiais terrenos (dízimos, etc).
Não ter medo da morte, ou querer
voltar logo para o plano espiritual, não quer dizer que a pessoa esteja
disiludida com a vida, seja suicida, seja forte espiritualmente, não é nada
disso, é apenas alguém que quer colocar em prática o que sua fé divulga,
lembrando os menos desprovidos de inteligência, que o suicídio (tirar a própria
vida, por qualquer motivo) é um dos piores crimes espirituais e que você não irá
abrandar seu problemas, somente aumentará o mesmo, tirando você do sonho de
voltar ao plano espiritual superior, e sim, ganhando uma passagem com volta
retardada por milênios para o astral inferior.
Para mim, no meu ponto de vista, é
muito melhor viver uma vida intensa ( sem excessos), aproveitar as experiencias
acumuladas, aquelas que levaremos pela eternidade, do que ficar estagnado e não
viver, não adquirir essas experiências por medo , receio, ou simplesmente
vergonha de quando e como irá morrer.
Os materialistas, sim, irão falar em
sua morte, seu desencarne, se morrerres, jovem, que você morreu jovem, não
aproveitou a vida, mas o que é aproveitar a vida?
Viver anos sem acumular sabedoria?.
Apenas viver, por si só, no máximo
ajudando a familia e os amigos pessoais?
E a coletividade?
Viver 90 anos de idade e não ter
adquirido bônus com o astral, é vantagem?
Viver 40, 50 anos, ter feito
bastante,adquirindo bônus com o superior, e voltar para nossa casa, no astral,
com esses “dividendos”, isso é viver, isso sim é a evolução espiritual.
A nossa lei nos ensina que a evolução
é a máxima a ser procurada e ser alcançada, alguns levarão milhares de anos a
conseguir a mesmas, outros centenas de anos, porém , quase ninguém,
pouquíssimos irão conseguir antes desse tempo.
Se desapegar a matéria , nosso corpo,
não ter
medo a morte, é a evolução espiritual.

Para o espiritualista, ele não se
preocupa com quando irá morrer, ele vive, ele divulga, ele progride, ele põem em
prática sua doutrina, ele ajuda, ele aprende, ele evolui.
O que adianta , você querer dar
conselhos sobre a morte, para o moribundo na cama de uma UTI, com câncer a
beira da morte, dizer sobre as maravilhas de seu espírito retornar para o seio
do pai divino no astral, se quem as divulga, tem medo da morte, vendo a cena se
passar no hospital.
Para mim, demagogia.
Medo da morte?
Não
tenho, pode ser que na hora , no momento, nos instantes, nos segundos anteriores ao desencarne eu possa
ter medo, mais pelo momento, pela mente fragilizada, possa eu praguejar,
discutir com a lei divina, mas será mais pelo momento fragilizado, no caso de um desencarne
por saúde, casos ocorridos em doenças terminais em que o desencarne demora, mas
acredito que se
meu desencarne for rápido e
momentâneo, minha mente não terá tempo hábil para ficar enfraquecida e mudar
meu pensamento atual, agora descrito de forma tranquila e de mente sã.
Para nós espiritualistas, o
desencarne, a morte do corpo físico, é uma benção, é a liberdade do preso no
presídio, é o retorno para o lar tão esperado, é a cura total da doença que
dizima o corpo e a mente, é o alimento que alma precisava para alimentar sua
fome de paz.
Se divulgamos essa doutrina, porque
medo de colocar em prática no momento em que terá que colocar?
Como pode um espírita, divulgar,
ensinar a doutrina sobre o espírito e suas maravilhas e ter medo de ver um
espírito ou da morte?
Tem algo errado, né, caro irmão e cara
irmã.
por emerson c matos.
imagens da web.
segue
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