POEMA

RENDA-SE

Entre sonhos meu coração quieto repousa
A lua me absorve com seu prateado manto
Com magia, sedução, envolvente dança
Etérea, derrama lentamente seu encanto

Então, arde uma fogueira dentro de mim
Nem a cálida noite pode apaziguar
É fogo que lambe e consome a lucidez
Rasga-me o peito, alucina, faz delirar

No exilio da nossa varanda eu espero
Porque quero os sabores que sonhamos
E o sonho espesso que acalentamos

Nesse santuário de amor, hoje quero
Extrapolar os limites, ser-te só oferenda
Ver-te livre, render-se as minhas rendas.
NOTA IMPORTANTE:POEMA ENVIADO PELA MINHA GRANDE AMIGA INES MOHR

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